por Victor Rito em 01 Ago 2009 16:15
Olá Manuel
Peço desculpa por só agora passar a responder.
Li com atenção o seu artigo, que me indicou.
Vou tentar dar a minha opinião de modo inteligível
Acredito que seja uma pessoa sincera e de mente aberta e está receptivo a uma ennriquecedora troca de impressões.
Ainda não li a conclusão do artigo. Fá-la-ei mais tarde.
Gostaria que me dissesse abertamente o que pensa daquilo que eu escrever, em caso de discordância.
Começando pelas datas de Junho de 1914 e Outubro do mesmo ano.
Por favor, considere o seguinte: Será que podemos presumir que entendemos a mente de criaturas espirituais superiores!? Por exemplo, porque não admitir o Diabo se oporia ao nascimento do Reino? Para mim este acontecimento teve a ver mais, com a necessidade dele de manifestar a sua fúria, acabando por ser derrotado. Quanto aos cavalos:
1º Cavalo Vermelho (Guerra – Julho de 1914)
2º Cavaleiro Branco (Jesus como Rei – Outubro de 1914)
3° Cavalo Preto (falta de alimentos - a partir de Outubro de 1914) e por fim,
4° Cavalo Descorado (Gripe espanhola – a partir de 1918).
Parece-me que é apropriado evidenciar Jesus, como rei capaz de frear a cavalgada dos outros.
Porque orar que 'venha o teu reino'? pela mesma razão que pedimos 'que seja feita a vontade de Deus'. Sabemos que Deus é Soberano e é a vontade dele que conta e, no entanto, pedimos isto porque sabemos que a vontade de Deus tem a ver com o que ele se propôs FAZER, e não com o que ele permite temporáriamente.
A celebração da morte de Cristo será celebrada até que ele chegue. A Bíblia mostra que no armagedom os escolhidos estarão com Cristo, de modo que nessa altura comerão com cristo à sua mesa no céu. Como o Manoel salientou a presença não era discernível prontamente, daí a necessidade do "sinal". Igual a uma impressão digital precisaria de se formar, para poder identificar um período de tempo que seria distinto. Contudo, sua presença seria invisível, como um avião nas nuvens é. Todo o olho vai ter de o ver quando de modo vívido perceberem pelos efeitos que ele está presente, do mesmo modo como os egípcios perceberam que Deus estava lutando pelos israelitas ao despreder as rodas dos carros egípcios.
O restabelecimento leva tempo e para se fazer tem que se desfazer as obras que estão mal, de inimigos da adoração pura. De facto o escravo fiel e discreto teria de ser purificado e continuará a sê-lo.
Porque rejeitar que Deus ao evidenciar o comportamento daquele monarca orgulhoso, aproveitou isso como modelo para retratar Satanás e a sua governança, ao passo que lhe mostra que é Ele que manda e que estabelece os reis que quer e, que Ele quer alguem humilde e não satanás, o seu próprio Filho obediente.
Não vejo também porque, referindo-se a um término de pisoteamento para jerusalém, Jesus não podesse dizer que Jerusalém será pisada até...
Manoel, fico na expectativa daquilo que entender por bem me responder.
Um abraço
Victor RitoVictor Rito
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Mensagens: 16
Data de registro: 23 Jul 2009 07:48
Mensagem PrivadaE-mail Olá Manuel
Peço desculpa por só agora passar a responder.
Li com atenção o seu artigo, que me indicou.
Vou tentar dar a minha opinião de modo inteligível
Acredito que seja uma pessoa sincera e de mente aberta e está receptivo a uma ennriquecedora troca de impressões.
Ainda não li a conclusão do artigo. Fá-la-ei mais tarde.
Gostaria que me dissesse abertamente o que pensa daquilo que eu escrever, em caso de discordância.
Começando pelas datas de Junho de 1914 e Outubro do mesmo ano.
Por favor, considere o seguinte: Será que podemos presumir que entendemos a mente de criaturas espirituais superiores!? Por exemplo, porque não admitir o Diabo se oporia ao nascimento do Reino? Para mim este acontecimento teve a ver mais, com a necessidade dele de manifestar a sua fúria, acabando por ser derrotado. Quanto aos cavalos:
1º Cavalo Vermelho (Guerra – Julho de 1914)
2º Cavaleiro Branco (Jesus como Rei – Outubro de 1914)
3° Cavalo Preto (falta de alimentos - a partir de Outubro de 1914) e por fim,
4° Cavalo Descorado (Gripe espanhola – a partir de 1918).
Parece-me que é apropriado evidenciar Jesus, como rei capaz de frear a cavalgada dos outros.
Porque orar que 'venha o teu reino'? pela mesma razão que pedimos 'que seja feita a vontade de Deus'. Sabemos que Deus é Soberano e é a vontade dele que conta e, no entanto, pedimos isto porque sabemos que a vontade de Deus tem a ver com o que ele se propôs FAZER, e não com o que ele permite temporáriamente.
A celebração da morte de Cristo será celebrada até que ele chegue. A Bíblia mostra que no armagedom os escolhidos estarão com Cristo, de modo que nessa altura comerão com cristo à sua mesa no céu. Como o Manoel salientou a presença não era discernível prontamente, daí a necessidade do "sinal". Igual a uma impressão digital precisaria de se formar, para poder identificar um período de tempo que seria distinto. Contudo, sua presença seria invisível, como um avião nas nuvens é. Todo o olho vai ter de o ver quando de modo vívido perceberem pelos efeitos que ele está presente, do mesmo modo como os egípcios perceberam que Deus estava lutando pelos israelitas ao despreder as rodas dos carros egípcios.
O restabelecimento leva tempo e para se fazer tem que se desfazer as obras que estão mal, de inimigos da adoração pura. De facto o escravo fiel e discreto teria de ser purificado e continuará a sê-lo.
Porque rejeitar que Deus ao evidenciar o comportamento daquele monarca orgulhoso, aproveitou isso como modelo para retratar Satanás e a sua governança, ao passo que lhe mostra que é Ele que manda e que estabelece os reis que quer e, que Ele quer alguem humilde e não satanás, o seu próprio Filho obediente.
Não vejo também porque, referindo-se a um término de pisoteamento para jerusalém, Jesus não podesse dizer que Jerusalém será pisada até...
Manoel, fico na expectativa daquilo que entender por bem me responder.
Um abraço
Victor RitoVictor Rito
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