Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo : Crenças, Doutrinas e História
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Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Debates e discussões acerca das crenças, doutrinas e a história das Testemunhas de Jeová.

Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Dulcineia Mancha em 26 Fev 2011 03:20

É gente os historiadores comprovam que Lutero foi antisemita, como poderão analisar no texto abaixo que tirei da Wikipédia.
Me desculpem os protestantes históricos e outros. Mas conheço tanto protestantes e as TJs, nem se fala, que vivem criticando erros de pessoas destacadas em outras religiões, quando vi este assunto levei um susto. Afinal, o home pegava pesado com Os Judeus do seu tempo. Esse negócio de intolerância religiosa e racial, não é do Bem, e também não provém de Deus, em nenhuma hipótese. Bem, daí pode-se tirar muitas conclusões. O que voces acham. Meu amigo Jerry, grande historiador do Forum, o que me diz. Segue então:

Controvérsias envolvendo Martinho Lutero (Fonte Wikipédia)
Anti-semitismo
Texto anti-semita de Martinho Lutero:Sobre os judeus e suas mentiras (1543) Martinho Lutero foi anti-semita:[50][51][52]
"A Alemanha deve ficar livre de judeus, aos quais após serem expulsos, devem ser despojados de todo dinheiro e jóias, prata e ouro, e que fossem incendiadas suassinagogas e escolas, suas casas derrubadas e destruídas (…), postos sob um telheiro ou estábulo como os ciganos (…), na miséria e no cativeiro assim que estes vermes venenosos se lamentassem de nós e se queixassem incessantemente a Deus". – "Sobre os judeus e suas mentiras" de Martinho Lutero.[53][54][55][56]
O historiador Robert Michael escreve que Lutero estava preocupado com a questão judaica toda a sua vida, apesar de dedicar apenas uma pequena parte de seu trabalho para ela.[57][58][59] Seus principais trabalhos sobre os judeus são Von den Juden und Ihren lügen ("Sobre os judeus e suas mentiras"), e Vom Schem Hamphoras und vom Geschlecht Christi ("Em Nome da Santa linhagem de Cristo") - reimpressas cinco vezes dentro de sua vida - ambas escritas em 1543, três anos antes de sua morte.[59] Nesses trabalhos Lutero afirmou que os judeus já não eram o povo eleito, mas o "povo do diabo".[59] A sinagoga era como "uma prostituta incorrigível e uma devassa maléfica" e os judeus estavam "cheios das fezes do demónio,... nas quais se rebolam como porcos"[58] Lutero aconselhou as pessoas à incendiarem às sinagogas, destruindo os livros judaicos, proibir os rabinos de pregar, e apreender os bens e dinheiro dos Judeus e também expulsá-los ou fazê-los trabalhar forçosamente.[56] Lutero também parecia aconselhar seus assassinatos,[60] escrevendo "É nossa a culpa em não matar eles."[61]
A campanha contra os judeus de Lutero foi bem sucedida na Saxónia, Brandenburg, e Silésia. Josel de Rosheim (1480-1554), que tentou ajudar os judeus na Saxónia, escreveu em seu livro de memórias a situação de intolerância foi causada por "(…) esse sacerdote cujo nome é Martinho Lutero - (…) seu corpo e alma vinculada até no inferno!! - que escreveu e publicou muitos livros heréticos no qual disse que quem ajudasse judeus seriam condenados à perdição."[62] Josel teria pedido a cidade de Estrasburgo para proibir a venda das obras antijudaicas de Lutero; porém seu pedido foi-lhe negado quando um pastor luterano de Hochfelden argumentou em um sermão que os seus paroquianos deviam assassinar judeus. O anti-semitismo de Lutero persistiu após a sua morte, ao longo de todo o ano 1580, motins expulsaram judeus de vários estados luteranos alemães.[59][63]
A opinião predominante[64] entre os historiadores é que a sua retórica antijudaica contribuiu significativamente para o desenvolvimento do anti-semitismo na Alemanha,[65][66][67][68][69] e na década de 1930 e 1940 auxiliou na fundamentação do ideal do nazismo de ataques a judeus.[70] O próprio Adolf Hitler em sua autobiografia Mein Kampf considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, o Grande, e Richard Wagner.[71] Em 5 de outubro de 1933, o Pastor Wilhelm Rehm de Reutlingen, declarou publicamente, que "Hitler não teria sido possível, sem Martinho Lutero".[72] Julius Streicher, o editor do jornal Nazista Der Stürmer, argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg "que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martinho Lutero não tivesse dito 400 anos antes".[73]Em novembro de 1933, uma manifestação protestante que reuniu um recorde de 20.000 pessoas, aprovou três resoluções:[74]
 Adolf Hitler é a conclusão da Reforma;[74]
 Judeus Batizados devem ser retirados da Igreja;[74]
 O Antigo Testamento deve ser excluído da Sagrada Escritura.[74]
Diversos historiadores (entre os quais se destacam William L. Shirer e Michael H. Hart[75]) sugerem que a influência de Lutero tenha auxiliado a aceitação do nazismo na Alemanha pelos protestantes no século XX. Shirer fez a seguinte observação em Ascensão e queda do Terceiro Reich:
"É difícil compreender a conduta da maioria dos protestantes nos primeiros anos do nazismo, salvo se estivermos prevenidos de dois fatos: sua história e a influência de Martinho Lutero (para evitar qualquer confusão, devo explicar aqui que o autor é protestante). O grande fundador do protestantismo não foi só anti-semita apaixonado como feroz defensor da obediência absoluta à autoridade política. Desejava a Alemanha livre de judeus (…) – conselho que foi literalmente seguido quatro séculos mais tarde por Hitler, Göring e Himmler.[54]
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor JOSÉ FACCIOLI JR em 26 Fev 2011 05:29

Os Judeus sempre foram vítimas de alguma coisa, no VT foram vítimas de um controlador que se intitulava deus que se dava o nome divino de Jeová que creio que era um alienígena, igual do filme STARGATE.
Nos dias da santa inquisição da época infâme da intolerância religiosa, assim como a palavra tortura surgiu do nome do famoso torturador cujo nome era Torquemeda, quando nos referimos a uma pessoa que está sofrendo uma injustiça dizemos 'judiação', essa palavra, judiação, vem do termo Judeu, da época em que eram caçados e torturados. Palavras que ficaram, mas memória mesmo dos trágicos incidentes envolvendo não somente Judeus, mas também ciganos, não se guardou, tanto que se repetiu no período nazi-facista.
"Quando nós adotamos cegamente uma religião, um sistema político, um dogma literário, nós nos tornamos autômatos, paramos de crescer" - Anaïs Nin (1914-1977)

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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Pássaro em 26 Fev 2011 08:25

O problema do povo da época em relação aos judeus era grana! Enquanto a galera gastava grana na esbórnia os judeus economizavam e foram se tornando cada vez mais ricos!
O barco da torre tá afundando?
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor jpsouzamatos em 26 Fev 2011 13:21

O livro Sobre os judeus e suas mentiras e suas mentiras é um clássico do antisemitismo cristão que influenciou não só o nazismo, mas influencia antisemitismo evangélico até hoje.
Clique para: Ver
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Diego Rutherford em 26 Fev 2011 14:51

Lutero pode até ter sido anti-semita, no entanto no seio da Igreja protestante e evangélica hoje, aumenta a tendência sionista de uma forma muito impressionante.

Na realidade a preocupação de algumas autoridades do clero evangélico hoje, é justamente essas correntes judaico-messiânicas que vem ganhando muito território no meio das denominações, não agora por motivos políticos, mas sim uma certa preocupação de desvio doutrinário, na qual se desenha uma judaização da Igreja.

A Obra Missionária Chamada da Meia Noite é um exemplo:

http://www.chamada.com.br/

http://www.beth-shalom.com.br/
Imagem
"Todos somos igualmente sacerdotes!" (Martinho Lutero)

Tem texto novo no meu blog:
http://proclamadordaliberdade.blogspot.com/
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor André Felix em 26 Fev 2011 15:33

Ele foi antissemita numa época em que era absolutamente normal ser um antissemita.

Mesmo sendo uma atitude condenável a crítica não deve ser dirigida unicamente a ele mas ao cristianismo de um modo geral. Principalmente após a Segunda Guerra mundial muitos passaram a achar que o antissemitismo foi inventado pelos nazistas. Nada mais falso! Ele sempre esteve presente durante toda a história da sociedade cristã. Não que todos os cristãos sempre tenham sido antissemitas. Da mesma forma como muitos cristãos foram anti-escravocratas, contrariando durante muito tempo o pensamento majoritário, muitos também condenaram o antissemitismo cristão.

O abrandamento e o abandono da promoção desses preconceitos ocorreram não porque o cristianismo seja uma religião "bacana". Na medida em que a sociedade foi mudando, em grande parte empurrada por pensadores humanistas e liberais, os crentes se viram obrigados a mudar também.
O pensamento é o ensaio da ação.
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor jpsouzamatos em 26 Fev 2011 15:41

André Felix escreveu:Ele foi antissemita numa época em que era absolutamente normal ser um antissemita.

Mesmo sendo uma atitude condenável a crítica não deve ser dirigida unicamente a ele mas ao cristianismo de um modo geral. Principalmente após a Segunda Guerra mundial muitos passaram a achar que o antissemitismo foi inventado pelos nazistas. Nada mais falso! Ele sempre esteve presente durante toda a história da sociedade cristã. Não que todos os cristãos sempre tenham sido antissemitas. Da mesma forma como muitos cristãos foram anti-escravocratas, contrariando durante muito tempo o pensamento majoritário, muitos também condenaram o antissemitismo cristão.

O abrandamento e o abandono da promoção desses preconceitos ocorreram não porque o cristianismo seja uma religião "bacana". Na medida em que a sociedade foi mudando, em grande parte empurrada por pensadores humanistas e liberais, os crentes se viram obrigados a mudar também.


Excelente explanação d:4
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor reggisilva em 27 Fev 2011 01:26

Também concordo que os judeus tem sido históricamente perseguidos, sendo o interesse pelas suas riquesas acumuladas, a principal motivação dos perseguidores. No entendo, vislumbro um contra-senso dos Judeus, sendo eles um povo tão históricamente perseguido, na procrastinação absurda da tomada de uma ação realmente efetiva em pról da pacificação da Palestina. Justo eles que são os militarmente mais equipados.
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Dulcineia Mancha em 28 Fev 2011 16:45

Yosef Ben Yosef escreveu:Os Judeus sempre foram vítimas de alguma coisa, no VT foram vítimas de um controlador que se intitulava deus que se dava o nome divino de Jeová que creio que era um alienígena, igual do filme STARGATE.
Nos dias da santa inquisição da época infâme da intolerância religiosa, assim como a palavra tortura surgiu do nome do famoso torturador cujo nome era Torquemeda, quando nos referimos a uma pessoa que está sofrendo uma injustiça dizemos 'judiação', essa palavra, judiação, vem do termo Judeu, da época em que eram caçados e torturados. Palavras que ficaram, mas memória mesmo dos trágicos incidentes envolvendo não somente Judeus, mas também ciganos, não se guardou, tanto que se repetiu no período nazi-facista.


E vejo que o tal fundador do protestantismo ainda inclui os ciganos que voce mencionou Yosef, logo na primeira citação dele no texto do tópico.
E querido André, só pelo fato da Igreja Católica ser antisemita, não justifica os demais serem, além do mais que no meu humilde entendimento, o Sr. Lutero, esta discordando nas suas famosas 95 teses, exatamente da Igreja, em coisas que na época também eram consideradas "normais"por muitos. Paa quem tinha uma postura de renovação, eu entendo que ele pisou muito feio na bola. Desculpem.
Agora, claro que Graças a Deus, as Igrejas evangélicas Brasileiras, não seguem esta idéia antisemita do Lutero, pelo contrário,
E digo, achei interessante este assunto da Obra Missionária "Chamada da meia Noite". Pelo que já andei pesquisando na Net, parace que tem mesmo algumas novas denominações, que na verdade seriam protestantes e estão como que trazendo um Messianismo "Judaico". Vi na net a Congregação da Nova Aliança, se não me engano é este o nome.
E sem dúvida concordo com os comentário que é inegável, que o Judeus foram perseguidos muitas vezes, ou na maioria por suas riquezas. O povo da Inquisição por exemplo era louco para matar judeu e ficar com suas casas, jóias, por ái vai.
E também concor com o comentário quanto aos Palestinos. é a mairo mancada do Governo de Israel, não ter ainda entrado em entendimento para criar o Estado Palestino.
Haja visto o Wikileaks, parace que é culpara para variar da corrupção dos líderes dos sois lados. Muito triste. Mas, ainda bem que existe Wikileaks para mostrar estas coisas, inclusive os "segredos da Torre", como vimos aqui nos tópicos do Polter.
E viva o Julian Assange.que logicamente está sendo perseguido de tudo que é jeito pelos poderosos das Grandes e pequenas Potencias. :2 :2 :2
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Ben em 28 Fev 2011 16:56

O tal Lutero apenas copiou o que os pais da Igreja - Justiniano, Crisóstomo, Irineu, Agostinho, Inácio, Orígenes - formularam -> O antisemitismo.
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Dulcineia Mancha em 15 Mar 2011 01:33

Ola Ben, não querendo ser chata, mas já sendo, fiquei muito curiosa com o que voce citou aí, sobre os nomes dos cristãos antigos do 1º e 2º século em diante. Consegui pesquisar Agostinho, aí caí na Hannah Arendt, que era judia e fez a sua tese de doutorado: O conceito de amor em Santo Agostinho. Tudo pesquisado na Wikipedia. Realmente foi após a morte dos apóstolos que começou animosidade contra os Judeus na Palestina. Se puder dê uma olhada no que pesquisei, faz um tempo, só deu para postar hoje, desculpe, mas é muita matéria cortei mas ainda é bastante:


A tese de doutoramento de Albert Camus, assim como a de Hannah Arendt, foi sobre Santo Agostinho.
Influência como pensador e teólogo - Santo Agostinho.

Na história do pensamento ocidental, sendo muito influenciado pelo platonismo e neoplatonismo, particularmente por Plotino, Agostinho foi importante para o "baptismo" do pensamento grego e a sua entrada na tradição cristã e, posteriormente, na tradição intelectual europeia. Também importantes foram os seus adiantados e influentes escritos sobre a vontade humana, um tópico central na ética, que se tornaram um foco para filósofos posteriores, como Arthur Schopenhauer e Friedrich Nietzsche, mas ainda encontrando eco na obra de Albert Camus e Hannah Arendt (ambos os filósofos escreveram teses sobre Agostinho).
É largamente devido à influência de Agostinho que o cristianismo ocidental concorda com a doutrina do pecado original. Os teólogos católicos geralmente concordam com a crença de Agostinho de que Deus existe fora do tempo e no "presente eterno"; o tempo só existe dentro do universo criado....
Agostinho afirmava que a interpretação da Bíblia deveria ser feita de acordo com os conhecimentos disponíveis, em cada época, sobre o mundo natural. Escritos como sua interpretação do livro bíblico do Gênesis, como o que chamaríamos hoje de um "texto alegórico", iriam influenciar fortemente a Igreja medieval, que teria uma visão mais interpretativa e menos literal dos textos sagrados.

Atitude em relação â nação Judaica no tempo de Santo Agostinho:
Santo Agostinho

Além de tudo o que ficou dito nos pontos anteriores, é importante situar bem Santo Agostinho, conhecendo outros aspectos da vida da Igreja no seu tempo. Por isso colocamos aqui alguns dos principais personagens mais ou menos contemporâneos a ele. Mas antes, entendamos um pouco deste personagem:
No livro de Paulo aos Romanos, capítulo 11,1-2, encontramos: "Pergunto, pois: Acaso rejeitou Deus ao seu povo? De modo nenhum… Deus não rejeitou seu povo que antes conheceu…"
Santo Agostinho elaborou a doutrina que representa os judeus e a nação de Israel como sendo testemunhas da verdade do cristianismo. Ou seja, os judeus serviram para nos deixar o legado da fé e a verdade cristã. Agora eles deveriam estar em constante humilhação quanto ao triunfo da Igreja sobre a sinagoga. Assim, os monarcas do Império Romano deveriam ver os judeus como servos da câmara (servicamerae) quando os judeus eram utilizados como bibliotecários escravos para manter os escritos hebraicos. Eram usados também para a prática da usura ou empréstimo de dinheiro, pois a usura era considerada como algo que colocaria a salvação eterna em risco, e por isso foi proibida. Em outras palavras as almas dos judeus já estariam perdidas de qualquer jeito.
Assim, no período que antecedeu as Cruzadas a semente do anti-semitismo já estava lançada. A deterioração da posição judia na sociedade estava ganhando espaço. A judeufobia virulenta estava primeiramente somente dentro do clero, que orientavam suas ovelhas para que ficassem longe dos judeus. À medida que o cristianismo crescia, crescia também a aversão pela nação de Israel e pelo povo judeu. Tal atitude, hoje, a Igreja rejeita. Esperamos que a recíproca seja verdadeira.
Hannah Arendt,
Em 1924, começou seus estudos na universidade de Marburg e durante um ano assistiu às aulas de filosofia de Martin Heidegger e deNicolai Hartmann, e as de teologia protestante de Rudolf Bultmann, além de c grego.
Ela também estudou filosofia nauniversidade de Heidelberg e se formou em 1928 sob a tutoria de Karl Jaspers, com a tese O conceito de amor em Santo Agostinho. A amizade com Jaspers duraria até a morte do filósofo.
Outro círculo de amigos se abriu graças a sua amizade com Benno von Wiese e seus estudos com Friedrich Gundolf, que lhe havia recomendado Jaspers. Sua amizade com Kurt Blumenfeld, diretor e porta-voz do movimento sionista alemão, cujos estudos tratavam a chamada questão judaica e a assimilação cultural também foi importante. Hannah Arendt agradeceu-lhe em uma carta de 1951 o seu próprio entendimento da situação dos judeus.[7] :2 :2 :2
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor jpsouzamatos em 15 Mar 2011 01:50

Dulcineia Mancha escreveu:Santo Agostinho elaborou a doutrina que representa os judeus e a nação de Israel como sendo testemunhas da verdade do cristianismo.


Esse Santo Agostinho deveria ser burro :lol: se alguem fosse tentar provar isso empiricamente, os judeus seriam testemunhas da falsidade do cristianismo, não testemunhas da verdade do cristianismo.

Dulcineia Mancha escreveu:os judeus serviram para nos deixar o legado da fé e a verdade cristã.


O judaísmo tem varias diferenças em relação ao cristianismo, o cristianismo mas parece uma mistura de platonismo com paganismo com escassas e quase insignificantes influencias judaicas.

Dulcineia Mancha escreveu:Agora eles deveriam estar em constante humilhação quanto ao triunfo da Igreja sobre a sinagoga.


O engraçado é que esse triunfo foi baseado puramente na força militar nunca no debate, pareçe que a igreja nunca tirou a fé da sinagoga e sempre apelava para conversões forçadas e no final eles continuavam judeus secretamente.

Dulcineia Mancha escreveu:Assim, os monarcas do Império Romano deveriam ver os judeus como servos da câmara (servicamerae) quando os judeus eram utilizados como bibliotecários escravos para manter os escritos hebraicos.


Era bem melhor que ser servo dos senhores feudais.

Dulcineia Mancha escreveu:Eram usados também para a prática da usura ou empréstimo de dinheiro, pois a usura era considerada como algo que colocaria a salvação eterna em risco, e por isso foi proibida. Em outras palavras as almas dos judeus já estariam perdidas de qualquer jeito.


E o pior que isso foi bom para os judeus ficaram ricos e desenvolveram os primeiros bancos e com essa brecha eles exploravam os cristãos.

Dulcineia Mancha escreveu:Assim, no período que antecedeu as Cruzadas a semente do anti-semitismo já estava lançada. A deterioração da posição judia na sociedade estava ganhando espaço. A judeufobia virulenta estava primeiramente somente dentro do clero, que orientavam suas ovelhas para que ficassem longe dos judeus. À medida que o cristianismo crescia, crescia também a aversão pela nação de Israel e pelo povo judeu.


Isso tudo pra que, para não se contaminarem com a usura judaica :lol: dessa forma os cristãos continuavam pobres e não podiam prejudicar a igreja adquirindo conhecimento.
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Dulcineia Mancha em 15 Mar 2011 02:09

Jpsouzamatos e demais amigos foristas, tudo pesquisado e citado da Wkipedia, no meu post acima.
Desculpem mas,queria ressaltar.

Valeuuu jpsouzamatos
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Ben em 15 Mar 2011 10:07

Resumo da ópera -> O tal Lutero era tão mal caráter quanto os pais da Igreja citado, se não estou enganado o tal "Santo" Agostinho até escreveu uma maldição onde dizia que os judeus seriam eternos cidadãos de segunda classe. Mais uma razão para não acreditar em maldições feitas por humanos. Como diria o Lula "Nunca na história desse mundo os judeus foram tão relevantes nas conquistas tecnológicas, científicas, médicas, etc..."

Esse Lutero podia no início ter boas intenções mas depois ficou igualzinho aos papas, bispos, e cardeais que tanto criticava. Ficou com o "rei" na barriga.

Os cristãos medievais eram tão ignorantes que acreditavam que os judeus possuiam uma pequena cauda, por serem amaldiçoados por D'us por terem matado Jesus, fora outras baboseiras criadas ao longo dos séculos. Engraçado que recentemente surgiu uma história que Hitler teria o avô paterno judeu. E contrariando o que alguns dizem aqui a ascendência de um judeu, primariamente é reconhecida pelo lado materno e não paterno. Quem lê o livro de Neemias poderá verificar isso.

Pai judeu e mãe gentia -> Filho gentio. Torna-se judeu em caso de conversão;
Pai gentio e mãe judia -> Filho judeu. Torna-se gentio, caso torne-se cristão, budista, etc... mas mesmo assim é reconhecido etnicamente como judeu.

Ben escreveu:O tal Lutero apenas copiou o que os pais da Igreja - Justiniano, Crisóstomo, Irineu, Agostinho, Inácio, Orígenes - formularam -> O antisemitismo.
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Re: Lutero foi antisemita suas ideias embasaram o Nazismo

Nova mensagempor Ben em 15 Mar 2011 10:21

Acontece que no passado já houve debates entre cristãos e judeus. Até mesmo a WT já citou isso num artigo:

*** w97 15/4 pp. 19-22 Nachmânides: refutou ele o cristianismo? ***
Nachmânides: refutou ele o cristianismo?
A IDADE Média. De que o faz lembrar? Das Cruzadas? Da Inquisição? Das torturas? Embora usualmente não seja um período associado com abertas discussões religiosas, naquela época, no ano 1263, ocorreu um dos mais extraordinários debates entre judeus e cristãos da História da Europa. Quem estava envolvido nele? Quais eram as questões suscitadas? Como pode ajudar-nos hoje a identificar a religião verdadeira?
O que deflagrou o debate?
Durante toda a Idade Média, a Igreja Católica Romana apresentava-se como a religião verdadeira. No entanto, o povo judeu nunca tinha renunciado à sua afirmação de ser o povo escolhido de Deus. A incapacidade da Igreja, de convencer os judeus da necessidade de se converter, resultou em frustração e em freqüente violência e perseguição. Durante as Cruzadas, dezenas de milhares de judeus foram massacrados ou queimados na estaca diante da escolha entre o batismo ou a morte. Em muitos países, o anti-semitismo inspirado pela Igreja era a ordem do dia.
No entanto, na Espanha católica dos séculos 12 e 13 prevaleceu um espírito diferente. Permitiu-se aos judeus a liberdade religiosa — desde que não atacassem a crença cristã — e eles receberam até mesmo cargos importantes na corte do rei. Mas depois de um século de tal favor, os sacerdotes dominicanos tomaram medidas para diminuir a influência judaica na sociedade e para converter os judeus ao catolicismo. O Rei Jaime I, de Aragão, foi pressionado pelos dominicanos a providenciar um debate oficial, cujo objetivo seria provar a inferioridade da religião judaica e a necessidade de todos os judeus se converterem.
Este não foi o primeiro debate entre judeus e cristãos. No ano 1240, realizou-se uma discussão oficial em Paris, na França. Seu objetivo principal era pôr em julgamento o Talmude, o livro sagrado dos judeus. Todavia, permitiu-se pouca liberdade de expressão aos participantes judeus. Depois que a Igreja proclamou sua vitória, muitos exemplares do Talmude foram queimados nas praças públicas.
Mas o espírito mais tolerante do Rei Jaime I, de Aragão, não permitiu tal julgamento simulado. Dando-se conta disso, os dominicanos tentaram um ângulo diferente. Conforme Hyam Maccoby expressa no seu livro Judaism on Trial (Judaísmo em Julgamento), eles convidaram os judeus a um debate “a título de cortesia e persuasão, em vez de denúncia, como em Paris”. Os dominicanos designaram como seu principal representante Pablo Christiani, um judeu que se convertera ao catolicismo e se tornara sacerdote dominicano. Recorrendo ao conhecimento que Pablo Christiani tinha dos escritos talmúdicos e rabínicos, os dominicanos tinham certeza de que podiam provar seu lado na questão.
Por que Nachmânides?
Na Espanha havia só uma pessoa do calibre espiritual necessário para representar o lado dos judeus no debate — Moisés ben Nachman, ou Nachmânides. Nascido por volta de 1194 na cidade de Gerona, Nachmânides já se distinguira na adolescência como erudito bíblico e talmúdico. Aos 30 anos de idade, já escrevera comentários sobre a maior parte do Talmude, e pouco depois foi um dos principais porta-vozes na mediação da controvérsia sobre os escritos de Maimônides, que ameaçava dividir a comunidade judaica. Nachmânides é considerado o maior erudito bíblico e talmúdico judeu da sua geração, talvez apenas inferior a Maimônides na influência que exerceu sobre o judaísmo daquele período.
Nachmânides exercia muita influência sobre a comunidade judaica na Catalunha, e até mesmo o Rei Jaime I o consultou sobre diversos assuntos de Estado. Seu raciocínio incisivo era respeitado tanto pelos judeus como pelos gentios. Os dominicanos deram-se conta de que, para humilhar os judeus com eficácia, ele, como rabino mais famoso destes, teria de ser o participante do debate.
Nachmânides relutou em concordar com o debate, dando-se conta de que os dominicanos não pretendiam ser imparciais. Ele devia responder a perguntas, mas não podia fazer nenhuma. No entanto, acedeu à solicitação do rei, pedindo permissão para falar livremente nas suas respostas. O Rei Jaime I concordou com isso. Tal permissão para liberdade de expressão relativa não tinha precedentes, nem se repetiu na Idade Média, sendo uma evidência clara da alta consideração que o rei tinha para com Nachmânides. Mesmo assim, Nachmânides tinha receios. Se fosse considerado muito antagônico no debate, haveria repercussões desastrosas tanto para ele como para a comunidade judaica. Poderia irromper violência a qualquer momento.
Nachmânides enfrenta Pablo Christiani
O local principal do debate foi o palácio do rei em Barcelona. Houve quatro sessões — em 20, 23, 26 e 27 de julho de 1263. O rei presidiu pessoalmente a cada sessão em que diversos dignitários da Igreja e do Estado, bem como judeus da comunidade local, estiveram presentes.
A Igreja não tinha dúvida quanto ao resultado do debate. No seu relato oficial, os dominicanos declararam que o objetivo do debate ‘não era o de que a fé fosse posta em questão como se existissem dúvidas a respeito dela, mas era destruir os erros dos judeus e eliminar a confiante fé de muitos judeus’.
Embora Nachmânides tivesse quase 70 anos, ele mostrou seu raciocínio lúcido por procurar limitar a discussão apenas a questões fundamentais. Começou por dizer: “Os debates [anteriores] entre gentios e judeus referiam-se a muitos aspectos de observâncias religiosas dos quais o princípio fundamental da crença não depende. No entanto, nesta corte real, desejo debater apenas os verdadeiros motivos da controvérsia.” Concordou-se então em limitar os assuntos a se o Messias já viera, se ele era Deus ou homem, e se os judeus ou os cristãos possuíam a verdadeira lei.
No seu argumento inicial, Pablo Christiani declarou que ele provaria à base do Talmude que o Messias já viera. Nachmânides retrucou que, se isso fosse verdade, por que não era Jesus aceito pelos rabinos que aceitavam o Talmude? Em vez de basear seus argumentos em claros raciocínios bíblicos, Christiani citou vez após vez obscuras passagens rabínicas para confirmar seus argumentos. Nachmânides refutou-as ponto por ponto por mostrar que estavam sendo citadas fora do contexto. Era de esperar que Nachmânides conseguisse mostrar que era o mais competente em debater esses escritos aos quais devotara uma vida de estudos. Mesmo quando Christiani citou as Escrituras, sua argumentação destacava pontos facilmente refutáveis.
Embora restrito a responder a perguntas, Nachmânides conseguiu apresentar um poderoso argumento que mostrou por que a posição da Igreja Católica era inaceitável, tanto para os judeus como para outras pessoas de reflexão. Declarou a respeito da doutrina da Trindade: “A mente de qualquer judeu ou de qualquer homem não lhe permite crer que o Criador do céu e da Terra . . . passasse pelo ventre duma mulher judia . . . e mais tarde [fosse] entregue às mãos dos seus inimigos, que . . . o mataram.” Nachmânides declarou concisamente: “Aquilo que credes — e que é a raiz da vossa crença — não é aceitável para a mente [racional].”
Destacando uma incoerência que até o dia de hoje tem impedido que muitos judeus sequer considerem a possibilidade de Jesus ser o Messias, Nachmânides enfatizou a extrema culpa de sangue da Igreja. Ele disse: “O profeta declarou que, no tempo do Messias, . . . converterão suas espadas em enxadões e as suas lanças em foices; não levantará espada nação contra nação, nem aprenderão mais a guerra. Desde os dias do Nazareno até agora, o mundo todo tem estado cheio de violência e de roubo. [Deveras,] os cristãos derramam mais sangue do que as demais nações, e levam também vidas imorais. Como seria difícil para vós, meu senhor, o rei, e esses seus cavalheiros, se eles . . . nem aprendessem mais a guerra!” — Isaías 2:4.
Depois da quarta sessão, o rei encerrou o debate. Ele disse a Nachmânides: “Nunca vi um homem que não tinha razão argumentar tão bem como vós.” Fiel à sua promessa, de garantir liberdade de expressão e proteção a Nachmânides, o Rei Jaime I, de Aragão, mandou-o para casa, com um presente de 300 dinares. A pedido do bispo de Gerona, Nachmânides fez um registro escrito do debate.
Embora os dominicanos proclamassem uma vitória decisiva, ficaram claramente perturbados. Mais tarde, acusaram Nachmânides de blasfêmia contra a Igreja, usando como prova os escritos dele sobre o debate. Insatisfeitos com o tratamento que o rei dera a Nachmânides, os dominicanos apelaram para o Papa Clemente IV. Embora Nachmânides tivesse mais de 70 anos, foi banido da Espanha.
Onde está a verdade?
Ajudaram os argumentos de qualquer dos lados a identificar a religião verdadeira? Embora cada lado salientasse os erros do outro, nenhum deles apresentou uma mensagem clara da verdade. O que Nachmânides refutou tão bem não era o verdadeiro cristianismo, mas, antes, doutrinas forjadas pelo homem, tais como o ensino da Trindade, inventado pela cristandade nos séculos depois de Jesus. O comportamento imoral da cristandade e seu brutal derramamento de sangue, tão destemidamente destacados por Nachmânides, também são indisputável história registrada.
Não é difícil de compreender por que, nessas circunstâncias, Nachmânides e outros judeus não se convenceram com os argumentos a favor do cristianismo. Além disso, os argumentos de Pablo Christiani não se baseavam em raciocínio claro fundamentado nas Escrituras Hebraicas, mas em fontes rabínicas mal aplicadas.
Não, Nachmânides não refutou o verdadeiro cristianismo. No seu tempo, a verdadeira luz dos ensinos de Jesus e as provas do seu Messiado já haviam ficado obscurecidas por meio de representação falsa. O surgimento desse ensino apóstata foi até mesmo profetizado por Jesus e pelos apóstolos. — Mateus 7:21-23; 13:24-30, 37-43; 1 Timóteo 4:1-3; 2 Pedro 2:1, 2.
No entanto, a religião verdadeira é hoje em dia claramente identificável. Jesus disse a respeito dos seus verdadeiros seguidores: “Pelos seus frutos os reconhecereis. . . . Do mesmo modo, toda árvore boa produz fruto excelente, mas toda árvore podre produz fruto imprestável.” (Mateus 7:16, 17) Convidamo-lo a fazer essa identificação. Deixe que as Testemunhas de Jeová o ajudem a empreender uma investigação objetiva das provas bíblicas. Ficará assim sabendo o significado verdadeiro de todas as promessas de Deus relacionadas com o Messias e seu governo.
[Nota(s) de rodapé]
Muitos judeus chamam Nachmânides de “Ramban”, um acrônimo hebraico formado com as letras iniciais das palavras “Rabbi Moses Ben Naḥman”.
Veja o artigo “Maimônides: o homem que redefiniu o judaísmo”, em A Sentinela de 1.° de março de 1995, páginas 20-3.
Em 1267, Nachmânides chegou à terra agora conhecida como Israel. Seus últimos anos foram cheios de realizações. Ele restabeleceu a presença dos judeus e um centro de estudos em Jerusalém. Completou também um comentário sobre a Tora, os primeiros cinco livros da Bíblia, e tornou-se chefe espiritual da comunidade judaica na cidade costeira, setentrional, de Acre, onde faleceu em 1270.
[Foto na página 20]
Nachmânides expõe seu lado da questão em Barcelona
[Crédito das fotos na página 19]
Ilustrações nas páginas 19-20: Reproduzidas de Illustrirte Pracht - Bibel/Heilige Schrift des Alten und Neuen Testaments, nach der deutschen Uebersetzung D. Martin Luther’s


jpsouzamatos escreveu:
Dulcineia Mancha escreveu:Santo Agostinho elaborou a doutrina que representa os judeus e a nação de Israel como sendo testemunhas da verdade do cristianismo.


Esse Santo Agostinho deveria ser burro :lol: se alguem fosse tentar provar isso empiricamente, os judeus seriam testemunhas da falsidade do cristianismo, não testemunhas da verdade do cristianismo.

Dulcineia Mancha escreveu:os judeus serviram para nos deixar o legado da fé e a verdade cristã.


O judaísmo tem varias diferenças em relação ao cristianismo, o cristianismo mas parece uma mistura de platonismo com paganismo com escassas e quase insignificantes influencias judaicas.

Dulcineia Mancha escreveu:Agora eles deveriam estar em constante humilhação quanto ao triunfo da Igreja sobre a sinagoga.


O engraçado é que esse triunfo foi baseado puramente na força militar nunca no debate, pareçe que a igreja nunca tirou a fé da sinagoga e sempre apelava para conversões forçadas e no final eles continuavam judeus secretamente.

Dulcineia Mancha escreveu:Assim, os monarcas do Império Romano deveriam ver os judeus como servos da câmara (servicamerae) quando os judeus eram utilizados como bibliotecários escravos para manter os escritos hebraicos.


Era bem melhor que ser servo dos senhores feudais.

Dulcineia Mancha escreveu:Eram usados também para a prática da usura ou empréstimo de dinheiro, pois a usura era considerada como algo que colocaria a salvação eterna em risco, e por isso foi proibida. Em outras palavras as almas dos judeus já estariam perdidas de qualquer jeito.


E o pior que isso foi bom para os judeus ficaram ricos e desenvolveram os primeiros bancos e com essa brecha eles exploravam os cristãos.

Dulcineia Mancha escreveu:Assim, no período que antecedeu as Cruzadas a semente do anti-semitismo já estava lançada. A deterioração da posição judia na sociedade estava ganhando espaço. A judeufobia virulenta estava primeiramente somente dentro do clero, que orientavam suas ovelhas para que ficassem longe dos judeus. À medida que o cristianismo crescia, crescia também a aversão pela nação de Israel e pelo povo judeu.


Isso tudo pra que, para não se contaminarem com a usura judaica :lol: dessa forma os cristãos continuavam pobres e não podiam prejudicar a igreja adquirindo conhecimento.
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